Filial brasileira do Google vai assumir controle mundial do Orkut

O processo já teve início e, no período de dois meses, o Google deve concluir a transferência do controle mundial do Orkut para a filial brasileira. Na prática, nada mudará para os internautas cadastrados no site de relacionamentos. Mas a empresa vê como vantajoso o fato de a rede social ser comandada diretamente no país onde o serviço tem o índice mais alto de adesão: dos 60 milhões de usuários, 54% dizem ser brasileiros.

Segundo Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, essa transferência é resultado da popularidade local do serviço e também da maturidade do time no país. A parte de engenharia continuará sendo dividida com a filial indiana, mas o controle geral do produto será exclusivo dos funcionários do Google local. Por aqui, a companhia tem dois escritórios: um em São Paulo e um em Belo Horizonte, onde funciona o centro de engenharia.

Essa não é a primeira vez que a empresa baseada nos Estados Unidos transfere para outro país o controle de um produto. Ximenes exemplifica, dizendo que o gerenciamento da ferramenta de mapas é dividido entre Austrália e Alemanha.

Outra mudança anunciada pela empresa é o fato de Alexandre Hohagen, diretor-presidente do Google Brasil, ter sido apontado como próximo diretor da América Latina. Com isso, a filial brasileira terá de encontrar um substituto para o executivo, que assumiu o controle das operações no país quando a empresa abriu seu escritório em São Paulo, em 2005. Hohagen passará a responder pelas filiais do Brasil, Argentina, México, Chile e Colômbia.

Denúncias

Em julho, Hohagen assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre a empresa e o Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP). Por meio do termo, a empresa se comprometeu a adotar várias práticas contra a pedofilia no site de relacionamento Orkut.

A parceria visa colocar fim a uma batalha entre Justiça brasileira e Google, que já durava alguns anos. A empresa era acusada de se recusar a fornecer informações sobre usuários da rede social, dificultando assim as investigações relacionadas ao crime de pedofilia.

Além de adotar um filtro de imagens, que segundo a companhia reduz as imagens de pedofilia em 70%, a empresa alterou o prazo de armazenamento dos registros de acesso dos usuários brasileiros (de 30 dias para seis meses) e implementou uma solução para melhorar o processo de entrega de evidências de supostos crimes às autoridades.

Via G1

Britney Spears será assassina lésbica em filme de Tarantino

Britney Spears foi escolhida pelo diretor Quentin Tarantino para interpretar uma assassina lésbica no cinema. A cantora norte-americana será a personagem Varla no remake de “Faster Pussycat! Kill! Kill!”, filme cult dirigido por Russ Meyer em 1965.

A informação foi divulgada pelo site do jornal britânico “Telegraph”.

Segundo o periódico, o longa-metragem conta a história de “três strippers que encontram um jovem casal no deserto”. Na trama, Varla “mata o namorado da garota com suas mãos e a toma como refém. A personagem ainda aparece em “cenas de sexo com outra mulher antes do filme acabar com um banho de sangue”.

A página do “Telegraph” afirma também que Tarantino está atualmente procurando outras estrelas de Hollywood para interpretar os personagens restantes das duas strippers.

“Quentin está convencido que Britney será brilhante [no filme]. Ela está muito contente. Ela acha que isso poderia transformar sua carreira”, afirmou uma fonte não identificada ao jornal.

O blog da revista especializada em cinema “Variety” destacou a notícia e comentou que Britney Spears seria “perfeita” para o papel de Varla em “Faster Pussycat! Kill! Kill!”. A página declara ainda que a personagem deve “revitalizar” a carreira da cantora.

No YouTube, é possível assistir uma cena do filme de Russ Meyer, estrelado por Tura Satana (intérprete original de Varla), Haji, Lori Williams, Sue Bernard, Stuart Lancaster e Paul Trinka.

Investigação sobre a morte de Heath Ledger é encerrada

A polícia dos Estados Unidos encerrou as investigações sobre a morte de Heath Ledger, informou uma pessoa envolvida no caso, de acordo com a revista “People”. Além disso, a atriz Mary-Kate Olsen, que havia sido intimada pela polícia a dar explicações sobre a morte do ator, não será mais obrigada a depor.

A investigação foi arquivada por falta de provas de quem seria o responsável pelo fornecimento de medicamentos que causaram a morte, por overdose acidental, de Ledger no último dia 22 de janeiro.

Mary-Kate, que supostamente estaria envolvida com o ator, foi a primeira a saber de sua morte. Ela teria recebido uma ligação da massagista de Ledger, que o encontrou morto, antes mesmo de informarem a polícia e os serviços de emergência. A atriz se recusou a dar explicações sobre o caso e chegou a solicitar imunidade judicial para se pronunciar.

Quem Notícias

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