Rest in Pringles
O homem que criou o design da embalagem das batatas Pringles ficou tão orgulhoso do seu trabalho que pediu para que, após a sua morte, parte de suas cinzas fossem armazenadas em uma lata de Pringles.
Fredric J. Baur, de Cincinnati, nos Estados Unidos, morreu no dia 4 de maio aos 89 anos. Os filhos do americano informaram que acataram o seu pedido e colocaram parte das cinzas do pai em uma lata de batatas junto ao seu túmulo.
De acordo com Lawrence Baur, um dos filhos do designer, ele fez o pedido porque tinha muito orgulho da embalagem que criou.
Baur era químico e, trabalhando na empresa Procter & Gamble, se especializou em pesquisa e desenvolvimento.
Ele pediu a patente da embalagem de Pringles e do método de armazenamento das batatas em 1966, mas ela lhe foi concedida somente em 1970. Baur trabalhou na Procter & Gamble até se aposentar, no início da década de 80.
Fonte: Terra
Threadless
Criei coragem e fiz duas estampas para o site Threadless:
Ainda estou começando, mas creio que com o tempo posso melhorar ^^
Quase 90% dos brasileiros são contra fumo em locais fechados, aponta pesquisa
Uma pesquisa feita pelo Instituto Datafolha para a organização não-governamental ACT (Aliança de Controle do Tabagismo) mostra que 88% dos brasileiros são contra o fumo em locais coletivos fechados. No ano passado, a mesma pesquisa foi realizada apenas no Estado de São Paulo e a proporção foi idêntica.
Desta vez, foram ouvidas 1.992 pessoas em 150 municípios. Entre elas, 23% se declararam fumantes. Do total, 6% foram parcialmente contra e 82% totalmente contra.
Para a ONG, quando o local é fechado, mesmo com área separada para fumantes, há prejuízo para os demais clientes e para os funcionários. “É questão de saúde pública e também ocupacional”, diz a vice-diretora da ACT, Mônica Andreis.
A pesquisa mostrou que a maior rejeição ao fumo ocorre em restaurantes (89%), depois em lanchonetes (86%), casas noturnas (72%) e bares (71%). Nesse ponto apareceu a maior diferença entre a pesquisa nacional e a entre paulistas. Em São Paulo, a porcentagem contra o fumo em restaurantes é igual, mas em bares e casas noturnas cai para 59% e 58%.
“Achamos o resultado nacional muito bom porque mostrou que, assim como São Paulo, o país todo tem a percepção de que o fumante passivo é prejudicado”, diz a vice-diretora. “Esperamos com isso tanto o aumento na fiscalização da lei que já existe quanto o aperfeiçoamento dela.”
Os pesquisadores também perguntaram aos entrevistados se eles mudariam a freqüência a locais fechados caso o fumo fosse proibido. Em restaurantes, 63% disseram que não mudariam, 9% iriam menos e 28% mais. Em bares, 64% disseram que manteriam a freqüência, 15% iriam menos e 21% mais.



